Com uma sensibilidade ímpar para a sua época, Castro Alves sabia que os tumbeiros vinham carregados de saberes ancestrais, carregados por povos que não eram sequer livres para morrer. Em sua condição de homem branco, Castro Alves volta-se contra a branquitude escravocrata e toma para si uma luta que ainda ecoa nos dias de hoje. .Além de ilustrações de Mulambö, projeto gráfico de Oga Mendonça e apresentação de Pétala e Isa Souza, do canal Afrofuturas, a edição tem posfácios do doutor em Teoria da Literatura e Literatura Comparada Luiz Henrique Oliveira (Cefet-MG), da atriz e poeta Elisa Lucinda, do escritor e jornalista Tom Farias e da historiadora e especialista na diáspora africana Mônica Lima e Souza (UFRJ).
EXTRA: Ao escanear o QR Code da cinta, o leitor tem acesso a duas videoaulas sobre o livro com Luiz Henrique Oliveira, doutor em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela UFMG.
> Ouça abaixo a playlist Navio Negreiro – Poesia Cantada, criada em parceria com a Solar Music Box
O que pode resultar da união entre música e poesia? Essa foi a pergunta que norteou a curadoria de Gustavo Galo, compositor e intérprete que estuda e pensa a relação entre texto e poesia. São 17 faixas de artistas contemporâneos que resgataram e revisitaram poemas do século 16 até o século 19.
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