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Virginia Woolf nasceu no dia 25 de janeiro de 1882 em Londres, na Inglaterra. Além de ter publicado romances que marcaram a literatura mundial (como Mrs. Dalloway e Orlando), a autora também escreveu muitos ensaios sobre literatura, escrita e leitura. Dentre eles está How should one read a book? – no texto, ela aborda sugestões e ideias que podem ajudar os leitores a criar um relacionamento com os livros e um hábito de leitura.

Uma interrogação:

Já nas primeiras linhas do ensaio a autora chama a atenção para algo importante: o ponto de interrogação do título é proposital – essa é uma pergunta de respostas múltiplas e individuais. Ou seja: tenha sempre em mente que o mais importante é ter a sua própria percepção baseada nas suas experiências, que são únicas.

“O único conselho sobre leitura que uma pessoa pode dar a outra é não aceitar conselho algum.”

Virginia Woolf

Tendo isso em mente, ela traz algumas sugestões para guiar o leitor a tirar suas próprias conclusões sobre o assunto: afinal, para ela, a independência é a qualidade mais valiosa de uma pessoa leitora.

Não há regras quando o assunto é livro

Em todas as áreas temos definidas leis, convenções, fatos… mas na literatura nem sempre é assim. Pense, por exemplo, na História: é possível apontar a data exata de um acontecimento histórico, porém quem irá determinar qual é a melhor tragédia de Shakespeare? Cada leitor terá a sua conclusão.

Comece simples

Entre diversas opções de gêneros literários e autores, e tantos elementos externos competindo por nossa atenção, pode ser difícil mergulhar no genuíno prazer da leitura. Então, como começar?

Virginia sugere olharmos para os gêneros e esperarmos deles apenas o que devem nos oferecer. Não devemos pedir para a ficção ser verdadeira ou a biografia para ser apenas elogiosa. Banir essas pré-concepções seria o começo.

“Poucas pessoas pedem aos livros o que os livros são capazes de dar.”

Virginia Woolf

Seja cúmplice

Ainda no caminho de eliminarmos as expectativas, um outro passo importante é se tornar um cúmplice da pessoa que escreve, um companheiro de trabalho. Não tente ditar para o autor o que ele deve escrever.

Leia como se estivesse escrevendo

A chave para entender um autor e os elementos de uma obra talvez não esteja em ler, mas sim em escrever. Então o conselho de Virginia é: escreva você mesmo. Brinque com as palavras. Ao retornar para o livro, você verá com olhos diferentes a intenção do autor.

Ler pelo prazer de ler

Por fim, Virginia Woolf nos aconselha a ler com um propósito diferente: o de ler por prazer. E talvez essa seja a maior recompensa que os livros podem nos oferecer.

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