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por Maria Clara Villas* | Um dos principais marcos do modernismo brasileiro, a Semana de 22, acaba de completar 100 anos. O famoso festival que chocou a sociedade na época aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo por três dias e contou com diferentes manifestações artísticas, como pintura, escultura, literatura e música.

Mas apesar de marcar o início do Modernismo no Brasil, não foi um evento isolado e sim a concretização de uma série de movimentações que já estavam acontecendo nos anos anteriores, muito inspirado pelas vanguardas européias e pelos desenvolvimentos sociais do início do século 20. Hoje, com um distanciamento histórico e crítico, o tema ganha ares mais sinceros.

A comemoração do centenário trouxe à tona também alguns mitos da Semana de 22 e um questionamento sobre a liderança do movimento, que apesar de querer representar o povo brasileiro, foi encabeçado pela elite branca da época. Por isso, revisitar essa história é entender melhor a cultura do nosso país e inspirar movimentos artísticos que virão. Pensando nisso, separamos alguns conteúdos legais produzidos nos últimos meses para aprofundar o assunto.

100 anos da Semana de Arte Moderna: a mais POLÊMICA da arte brasileira

Para saber mais
Especial Macunaíma

Em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Antofágica revisita essa obra-prima da literatura brasileira. Com ilustrações de Camile Sproesser e apresentação de Antonio Fagundes, a edição também conta com posfácios do músico e compositor Tom Zé, do historiador e doutor em Literatura Frederico Coelho (PUC-RJ), das antropólogas Virgínia Amaral e Aparecida Vilaça (Museu Nacional – UFRJ) e do premiado músico, escritor e diretor indígena Cristino Wapichana.

Imagem da capa do livro Macunaíma, do filme Macunaíma e do drink Macunaíma.
O livro

No fundo da floresta amazônica, ao som do murmurejo do rio Uraricoera, nasce Macunaíma, o herói do povo brasileiro. Publicado pela primeira vez em 1928, Macunaíma pinta um Brasil antropofágico de si mesmo, baseado em mitos de povos indígenas da região amazônica e com um extenso vocabulário regional. Saiba mais.

O filme

O livro foi adaptado para o cinema em 1969, dirigido por Joaquim Pedro de Andrade e estrelando Grande Otelo. É considerado um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

O drink

Um clássico moderno da coquetelaria brasileira, o drink Macunaíma leva cachaça, limão e fernet. Aprenda a fazer!

*Maria Clara Villas é criadora de conteúdo e pesquisadora criativa. Também assina uma newsletter quinzena em parceria com a Hysteria (vale a pena conferir!). Conheça mais sobre o seu trabalho em mariaclaravillas.com.

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