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por Maria Clara Villas*

Um dos principais marcos do modernismo brasileiro, a Semana de 1922, acaba de completar 100 anos. O famoso festival que chocou a sociedade na época aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo por três dias e contou com diferentes manifestações artísticas, como pintura, escultura, literatura e música. Mas apesar de marcar o início do Modernismo no Brasil, não foi um evento isolado e sim a concretização de uma série de movimentações que já estavam acontecendo nos anos anteriores, muito inspirado pelas vanguardas européias e pelos desenvolvimentos sociais do início do século 20. Hoje, com um distanciamento histórico e crítico, o tema ganha ares mais sinceros. A comemoração do centenário trouxe à tona também alguns mitos da Semana de 22 e um questionamento sobre a liderança do movimento, que apesar de querer representar o povo brasileiro, foi encabeçado pela elite branca da época. Revisitar essa história é entender melhor a cultura do nosso país e inspirar movimentos artísticos que virão. Pensando nisso, separamos alguns conteúdos legais produzidos nos últimos meses para aprofundar o assunto.

 

100 anos da Semana de Arte Moderna: a mais POLÊMICA da arte brasileira

Para saber mais

→ Esse especial do Nexo apresenta 22 ícones da Semana de 22 em verbetes informativos. 

→ A Agenda Tarsila reuniu todos os eventos em comemoração da semana de 1922 que estão rolando pelo Brasil e virtualmente. 

→ Por que a Semana de Arte Moderna ainda é um marco da cultura 100 anos depois?

→ O Sesc publicou um conjunto de quatro discos que reúne pela primeira vez as obras que foram apresentadas nos três dias da Semana de Arte Moderna de 1922. Esse conteúdo se complementa com trechos de conferências e poemas lidos durante a semana. Um material precioso!

→ Para quem perdeu, dá para visitar a exposição do MAM Moderno onde? Moderno quando? A Semana de 22 como motivação virtualmente no Google Arts and Culture. 

→ A Vogue entrevistou dez nomes da cena artística nacional para reavaliar o movimento

Especial Macunaíma

Em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Antofágica revisita essa obra-prima da literatura brasileira. Com ilustrações de Camile Sproesser e apresentação de Antonio Fagundes, a edição também conta com posfácios do músico e compositor Tom Zé, do historiador e doutor em Literatura Frederico Coelho (PUC-RJ), das antropólogas Virgínia Amaral e Aparecida Vilaça (Museu Nacional – UFRJ) e do premiado músico, escritor e diretor indígena Cristino Wapichana.

Capa do livro Macunaíma, da Antofágica.

>> O livro

No fundo da floresta amazônica, ao som do murmurejo do rio Uraricoera, nasce Macunaíma, o herói do povo brasileiro. Publicado pela primeira vez em 1928, Macunaíma pinta um Brasil antropofágico de si mesmo, baseado em mitos de povos indígenas da região amazônica e com um extenso vocabulário regional. Saiba mais.

>> O filme

O livro foi adaptado para o cinema em 1969, dirigido por Joaquim Pedro de Andrade e estrelando Grande Otelo. É considerado um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

>> O drink

Um clássico moderno da coquetelaria brasileira, o drink Macunaíma leva cachaça, limão e fernet. Aprenda a fazer!

 

 

 

*Maria Clara Villas é criadora de conteúdo e pesquisadora criativa. Também assina uma newsletter quinzena em parceria com a Hysteria (vale a pena conferir!). Conheça mais sobre o seu trabalho em mariaclaravillas.com.

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